Tudo o que sei ser


Tudo o que eu sei ser é intensidade. Canceriana da cabeça aos pés. Não sei não fazer drama. Não sei não fazer tempestade em um copo d'água. Não sei não transbordar por todos os cantos em que tropeço. Não sei manter minha boca fechada, nem quando deveria.


Foi no meio desse turbilhão de sentimentos, pensamentos e confusão, que me transformei no vento, para tentar ser um pouco de brisa, mas descobri que estava mais para a intensidade de um furacão. Tentei ser chama morna, crepitante, que aquece, mas eu era o fogo que alastrava e tudo queimava. Tentei ser terra firme, sólida, resistente. Acontece que eu era instável demais, flutuante demais. Mais para terremoto percorrendo o o chão, desestabilizando a superfície, prometendo desmoronar.


Foi então que eu me fiz palavras, textos e poesia. Para ver se conseguia calar e acalmar o mar que parecia rugir turbulento aqui dentro. Experimentei, finalmente, um pouco de sossego que só águas calmas conseguem trazer. Começo a pensar se não existem certas propriedades terapêuticas nas palavras, seja através da fala ou da escrita. Como um remédio que funciona lentamente, colocando no lugar todas as pecinhas que antes pareciam fora de lugar.

SOBRE O LOOK
O comprimendo mídi anda bem em alta de um tempinho pra cá, e confesso que não via a hora de ter uma no guarda roupa, então, aproveitei uma disciplina da faculdade em que deveríamos confeccionar algumas peças de roupa, e fiz uma para mim, com modelagem meio-godê. Essa mais rodadinha sabe? E desde então ela é a minha xodó, porque além de confortável, leve para os dias quentes e prática, deixa qualquer look estiloso, com aquela carinha tumblr. Como ficou um pouco grande (calculei mal minhas medidas, rsrs), usei um cinto fino para segurar. Nos pés coloquei uma sapatilha bege e um cropped branco. 

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